Como Dar Medicação Para Seu Gato – comprimido e líquido

low stress cats handling
  1. Camila Bittencourt says:

    Recebi noticias deste blog pela “lista” da Vanessa do IJV, o mesmo já faz parte do meu “favoritos”…

    Adorei este vídeo! Prático de bom entendimento, e mais do que útil. Parabéns e que venham mais.
    Obs: Vanessa tb esta ótima! rsrs

    Bjs

    Camila Bittencourt _ Veterinária

  2. ANA CRISTINA says:

    Ah, Doutora, voce não conhece a Fofa! Já tentei dar comprimido a ela de todas as formas que voce sugeriu, mas o que deu mais certo foi dissolver o comprimido, colocar em uma seringa (de dar remedio a criança), e apos jatear o remedio, dou um outro jato de agua pura para ela nao cuspir!! Já adotei inclusive o vermifugo em forma de gotinha na nuca.
    Bjs

  3. rtercsn451 says:

    Oi Ana,

    eu sei que as vezes é muito difícil mesmo…mas tome cuidado com o jato de remédio e água não entrarem na traqueia e ela aspirar líquido. Pode causar uma infecção respiratória.

    Abraço
    Rita Ericson

  4. Susana Cherullo says:

    Oi,Dra!
    Verdade. Dar comprimido para animais é dose!!! rsrs Mas o meu Pablo já está tão acostumado que é moleza (em termos) dar para ele. Ele toma de vez em quando 2 glóbulos de um remédio de homeopatia. Mas teve uma vez que dei um comprimido de Drontal e ele engoliu numa boa, mas o danado não é que contraiu a barriga e forçou tanto que acabou vomitando o remédio limpinho. Dei um tempo e dei novamente. Aí não teve escapatória. Teve que aceitar.
    Injeção é mais difícil.
    Bjs.

  5. Ana Lúcia says:

    Dra. Rita
    Esta semana tentei dar a segunda dose do vermífugo para meus “fofos”Zeca e Kika.(gatos)
    A Kika, depois de me arranhar e fazer um escandalo, vomitou a comida e o remédio.
    O Zeca,não faz nada, em compensação não abre a boca nem por um decreto, parece que colaram com super bonder!
    Como já estava estressada,deixei para fazer uma nova tentativa no final de semana,mas desta vez vou usar suas dicas!
    Ana

  6. Rita Ericson says:

    Oi Ana,
    se você não conseguir, converse com seu veterinario sobre um vermífugo (relativamente novo) que é administrado na pele e não por via oral.
    Abraço
    Rita Ericson

  7. Susana says:

    Oi, Dra!
    A minha tática é: colocá-lo no chão, entre minhas pernas, com os pés cruzados atrás, para eles não escaparem, curvar meu corpo por sobre ele, para a cabeça dele não ficar pra cima e ter o perigo do remédio ir pro pulmão e abrir a boca como vc explicou e colocar o comprimido bem dentro da boca, depois fechá-la, e coçar a garganta para ele fazer o movimento de deglutição. Essa tática sempre deu certo e vc e seu gato não ficam estressados. É rápido e rasteiro!
    Bjs
    Susana

  8. Rita Ericson says:

    Oi Susana!

    Obrigada por dividir sua experiência, o mais importante é conseguir medicar, com o mínimo de estresse!
    Abraço
    Rita Ericson

  9. Susana says:

    Oi!
    A partir de que idade se pode dar vermífugo para um gatinho? Tem mais uma, a Isabella, pelo tamanho dela, acho que está com 2 meses a dois meses e meio. Ela tem o tamanho do controle remoto da net. E as vacinas? Estou procurando um lar para ela, mas sabe como é, fêmea, ninguém quer. Que descriminação!!!

  10. Rita Ericson says:

    Oi Susana,

    em geral, a partir de 30 dias, mas dependendo do caso, o veterinário pode recomendar ainda mais cedo.
    A primeira dose da vacina felina pode ser aplicada a partir de 45 dias, após a vermifugação, se o animal estiver saudavel.
    Explique para o “possível futuro dono” que após a castração, praticamente não há diferenças entre o macho e a femea e que a prefeitura do Rio de Janeiro (vc mora aqui?) oferece castração gratuita e de qualidade.

    Abraço
    Rita Ericson

  11. Bia says:

    Oq faço com a Dede é embrulha-la numa fronha!
    Assim ela não me arranha e não foge…
    mas mesmo assim preciso de ajuda

  12. Rita Ericson says:

    Olá Bia,

    é normal precisar de mais de uma pessoa para manipular os gatos.
    Abraço
    Rita Ericson

  13. Natascha says:

    Oi pode diluir o comprimido no leite também?

  14. Rita Ericson says:

    Olá Natascha,

    nem sempre diluir é uma boa ideia…os gatos tendem a não gostar e salivar muito com medicações liquidas.
    Outro detalhe é saber se amedicação pode ser diluida numa substancia gordurosa como o leite.

    Abraço
    Rita Ericson

  15. Emerson says:

    Olha!!!! Tenho 3 gatos a mais velha com 9 anos, sempre foi um sacrifício e dava desmanchado numa seringa também. Mas o que mais me irrita e as Empresas não desenvolverem um produto de tamanho menor, com sabor (quase difícil) aceitável pelos bichanos.

  16. Rita Ericson says:

    Olá Emerson,

    hoje em dia existem algumas apresentações palatáveis e de tamanho menor.
    Também lançaram um medicamento para tratar verminoses de gatos com aplicação na pele, do tipo spot on.
    Abraço
    Rita Ericson

  17. Thais says:

    gostaria de saber durante quanto tempo tenho que dar o remédio de verme para minha gatinha de 2 meses, me ajudem por favor

    obrigada

  18. Rita Ericson says:

    Olá Thais,
    em geral, essas informações são dadas pelo veterinario que recomendou o medicamento e/ou na bula do remedio.
    Depende do tipo de verme.
    Abraço
    Rita Ericson

  19. romulo says:

    Bom dia Dra Rita.
    Tenho duas dúvidas:
    Existe a possibilidade do gato engasgar com o comprimido?
    E qual a maneira certa de dar o remédio diluído na agua pela seringa?
    Obrigado.

  20. Rita Ericson says:

    Olá Romulo,
    existe esta possibilidade, mas é muito remota.
    A glote, “porta” que fecha a entrada da traqueia possui um reflexo muito rápido.
    Quando o comprimido entra em contato com esta região, ela se fecha e a tendencia é o comprimido descer pelo esofago.
    Se por um acaso ocorrer um engasgo, o reflexo de tosse faz com que o comprimido seja expelido pela boca.
    O risco de engasgo é muito maior com líquidos e pós.
    Os gatos costumam espumar muito ao sentir o gosto do medicamento líquido, mesmo diluído.
    Neste caso, não conseguimos saber se a medicação foi ou não ingerida.
    Quando é necessário usar medicação líquida, eu recomendo o uso do conta gotas. O risco de engasgo é menor do que com a seringa.
    Evite fazer pressão com o embolo da seringa, aplicando um “jato” líquido na garganta.
    Se restarem duvidas, entre em contato.
    Abraço
    Rita Ericson

  21. Angela says:

    Qual melhor horário pra dar o vermífugo pra um cão,antes ou depois das refeições???Queria saber pra atingir um melhor resultado!Obrigado!

  22. Rita Ericson says:

    Olá Angela,
    depende do medicamento.
    Em geral, esta informação vem descrita na bula.
    Abraço
    Rita Ericson

  23. marlene says:

    adorei as dicas pos tenho uma gata que mas parace um cachoro munto difisil de medicar pos ja esta velha e teimosa brava cempre com ploblema bucal e tenho que ministra comprimidos obrigada palas dicas pos vou tentar depos esqurevo falando obrigada um bom dia

  24. Rita Ericson says:

    Quero saber, Marlene!
    mande noticias.
    Abraço
    Rita Ericson

  25. marlene says:

    obrigada pelo carinho acabei ministrando o medicamento pasando na patinha misturado um pouquinho de ração em pate deu certo esta bem ja comendo normal agora quero saber um pouco mas arespeito do medicamento para verme que e aplicada no dorso do animal e bom ceguro um grande abraço e obrigada

  26. romulo says:

    Bom dia Rita.
    Existe algum tipo de problema o meu gato adulto comer ração de filhote?
    Obrigado

  27. Rita Ericson says:

    Olá Marlene,
    que bom! Fico feliz!
    Eu não costumo ter problemas com a aplicação do vermífugo na pele.
    Abraço
    Rita Ericson

  28. Rita Ericson says:

    Olá Romulo,
    o maior problema diz respeito às calorias da ração de filhote.
    Os gatos adultos tendem a engordar, já que não gastam tanta energia quanto os filhotes.
    Outra questão é a quantidade de proteína que pode “sobrecarregar” os rins dos adultos.
    Abraço
    Rita Ericson

  29. marlene says:

    gostari de saber ce gatos tem alguma re ação gando estão com verme pos a minha gatinha tina da um tique que fico apavorada abrindo a boca como ce estivece engasgada virando o pescoso e mastigando mas não ha nada em sua boca so espuma ou saliva des de ja agrdeço

  30. Rafaela says:

    Boa tarde Dra.

    Minha dúvida é que alguns comprimidos são grandes, não tem perigo deles engasgarem? Mesmo colocando diretamente na garganta?

  31. Rita Ericson says:

    Olá Marlene,
    dependendo da infestação verminótica, pode ocorrer até convulsões.
    Mas o sintoma descrito pode ser causado por outras enfermidades.
    Leve-a para taendimento veterinário.
    É impossivel opinar sem examiná-la.
    Mande noticias.
    Abraço
    Rita Ericson

  32. Rita Ericson says:

    Olá Rafaela,

    se o comprimido é indicado para gatos, não se preocupe.
    Abraço
    Rita Ericson

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Medicar os gatos é quase sempre uma tarefa difícil, muitas vezes pode até parecer impossível.

Os gatos não costumam gostar de serem agarrados e contidos, por este motivo, a manipulação deve ser a mais gentil possível.

O ideal é acostumar o gato desde filhote (especialmente entre a 3a e 7a semana de vida) a ser manipulado.

Devemos mexer nas orelhas, nas patas, unhas e boca, de maneira suave e sempre oferecer uma sensação prazerosa em seguida, como um alimento que ele adora, um carinho especial ou até mesmo um pouquinho de catnip (saiba mais clicando aqui).

É fundamental ficar atento ao limite do gato e antes dele ficar contrariado, deixá-lo livre.

Se você não tem experiência com gatos, peça ajuda ao veterinário(a) que cuida dele para te mostrar como fazer.

Para facilitar a administração da medicação, eu aconselho chamar o gato para uma superfície alta, como uma bancada ou mesa.

Use uma toalha (de preferência a mesma, sempre) para o gato ficar em cima e faça carinho, elogios e ofereça um alimento gostoso.

É interessante borrifar um feromônio sintético (a venda nas petshops) na toalha, 15 minutos antes.

Este feromônio transmite uma sensação de conforto e bem-estar para os gatos.

Neste momento, não segure ele e nem deixe-o perceber que vai ser manipulado ou tomar uma medicação.

Este “processo” pode ser rápido, 2 minutos podem ser suficientes.

Repita várias vezes (muitas mesmo! 10-20!) e aos poucos, vá mexendo na boca do gato, deixe o frasco do remédio por perto, agite-o para fazer um barulhinho.

Quando seu gato estiver demonstrando interesse em subir na bancada sozinho e prazer na “sessão de carinho”, administre a medicação.

A ideia é que esta administração seja muito gentil, sem agarrões e conflitos.

Se a medicação for líquida, eu recomendo:

  • acostume seu gato à manipulação gentil, assim como descrito acima
  • nunca posicione seu gato como um neném, de barriga para cima, no seu colo
  • deixe-o em estação, isto é, com as 4 patas na mesa ou bancada
  • utilize uma seringa ou conta-gotas
  • se for usar seringa, cuidado para não fazer um jato na garganta do gato, para não correr o risco dele aspirar o medicamento e fazer uma falsa via (medicamento vai para os pulmões) – por este motivo eu prefiro o conta-gotas
  • se a medicação for pastosa ou líquida, mas em pequeno volume, experimente colocar o medicamento na pata (ou outra parte do corpo, de fácil acesso com a língua) do seu gato – ele vai querer se limpar, lambendo! Desta maneira ele acaba ingerindo o medicamento, sem estresse

Não se assuste se ele começar a babar, espumar e sacudir a cabeça espalhando remédio para todos os lados.

Este é o grande problema da medicação líquida, é difícil saber se o animal ingeriu a dose adequada ou “cuspiu” tudo.

Se seu gato não aceitar bem os líquidos, prefira os comprimidos.

Alguns animais que não foram habituados à manipulação gentil, tendem ficar muito assustados e se não puderem fugir, podem ficar agressivos.

Nestes casos, devemos repetir muitas vezes o “processo” de fazer carinho, oferecer petiscos e elogios para ele se acostumar antes de dar a medicação.

Se o seu animal está precisando ser medicado agora e ele não foi habituado ou até mesmo está traumatizado com manipulações inadequadas, converse com o(a) veterinário(a) que cuida dele.

Em alguns casos emergenciais pode ser necessário até fazer a medicação injetável.

 

 


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