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No dia 21/12/2017, conversamos sobre animais para adoção, medo de fogos e conhecemos a linda história do cão Artur.

Clique aqui para assistir o bloco sobre adoção

Clique aqui para assistir a parte dos fogos

Clique aqui para assistir a matéria sobre um cão que trabalha num crematório para ajudar a confortar as famílias enlutadas

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Este ano eu gravei uma entrevista para o Dr. Alexandre Figeuiredo do Blog, Dicas Boas pra Cachorro, sobre como ajudar os animais que sofrem com os barulhos de fogos.

Confira o vídeo:

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medo

Na época de Copa do Mundo é frequente a preocupação com o barulho dos fogos. A maioria dos cães sofre no réveillon, festa junina e quando tem tempestade com trovões.

A audição dos cães é mais sensível que a humana. Eles alcançam uma frequência maior que a nossa:

Homem – 20 Hz a 20 Khz

 

Cão  – 20 Hz a 40 Khz

Isto significa que eles escutam sons inaudíveis para nós.

A falta da consciência também influencia muito. Quando escutamos o barulho de uma bomba, podemos até levar um susto, mas sabemos que foi alguém que produziu aquele som, pra a se divertir.

Para os cães, além de ser um som muito forte e alto, é uma surpresa. Eles não sabem a origem e podem confundir com o som de uma catástrofe natural como um terremoto, um desabamento. Quem não se lembra dos animais fugindo da Tsunami minutos antes dela acontecer?

Podemos ajudá-los.

O ideal é o tratamento, a dessensibilização. Isto significa expor o animal ao som, gradualmente enquanto ele se diverte. Se bem feito, o cão pode ficar curado e não mais apresentar os sinais de pânico. Peça ajuda ao seu veterinário.

Mas estamos em cima da Copa…se não dá para curá-lo a tempo, podemos ao menos amenizar o sofrimento.

Deixe seu cão no local preferido da casa, de preferência com uma peça de roupa sua usada perto dele. Ligue o som, com uma música suave, feche as janelas e ligue o ar condicionado ou ventilador na modalidade mais barulhenta. Ofereça brinquedos interativos (existem vários tipos para rechear com petiscos, por exemplo ) e não se despeça, se for sair.

Essas medidas não vão livrá-lo do medo, mas ajudam.

Se o seu animal apresenta sinais de pânico, procura se esconder e até mesmo “atravessar” paredes quando os fogos começam, procure seu veterinário e converse sobre a possibilidade de medicá-lo. Evite consolá-lo. As palavras e gestos carinhosos que usamos para confortar um cão pode confundi-lo. Ele pode achar que estamos elogiando aquele comportamento medroso, fóbico.

Nunca me esqueço de um plantão, em 1998, durante o jogo do Brasil, quando um cão atravessou uma porta de vidro, apavorado. Não foi grave, pequenos cortes no corpo e cabeça, mas podemos evitar.

RUMO AO HEXA (em 2014…)!!!

(vamos comemorar sem fogos, por favor!)


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