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A giardíase é uma doença causada pelo protozoário Giardia lamblia e pode ser transmitida do animal para o homem e vice-versa, e por isso é considerada uma zoonose pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Nós podemos nos contaminar quando ingerimos água ou alimentos contaminados pelos cistos (“ovos”) do protozoário, assim como os animais.

A giardíase é uma doença bastante comum e seus sintomas mais frequentes são:

  • diarreia, fezes pastosas e fétidas
  • vômitos
  • dor abdominal
  • desidratação e perda de peso

Por conta destes sintomas, a infecção pode ser facilmente confundida com outras doenças intestinais e tratada de maneira incorreta.

Para saber mais sobre fezes pastosas e diarreia, clique aqui.

Por isso, é fundamental identificá-la e, acima de tudo, preveni-la.

Para proteger o animal da giardíase, a vacina é a melhor opção.

O tratamentos é simples, mas as reinfecções são frequentes, pois os protozoários eliminados nas fezes podem contaminar novamente o ambiente e causar nova infecção.

A Zoetis disponibiliza a vacina Giardiavax, única no mercado brasileiro para evitar a giardíase em cães. Administrada em duas doses na primeira vacinação e em dose única anual para animais já vacinados, GiardiaVax é indicada para cães saudáveis a partir de oito semanas de idade, com intervalo de duas a quatro semanas entre as doses. A proteção é conferida 15 dias após a aplicação da segunda dose.

Também é importante caprichar na limpeza dos locais em que o cão mora ou frequenta.

Contaminação em humanos

Estudos científicos revelam que uma em cada cinco crianças brasileiras em fase pré-escolar (de 2 a 6 anos) apresentam infecção por giardíase. Em creches, a frequência da doença chega a atingir mais da metade das crianças, devido ao uso de água não fervida e não filtrada.

A lavagem das mãos apenas com água também é um fator de risco para a infecção. Vale lembrar que os cistos de Giardia e de outros parasitas podem ser encontrados em águas de esgoto, tanto tratado como não tratado.

Pensando na saúde pública, a Zoetis desenvolveu um vídeo sobre a doença, explicando a transmissão e os cuidados importantes para prevenção.

Assista:

Vamos proteger nossa família humana e peluda!

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sharpei fezes

Estes sintomas são muito comuns nos cães.

Existem muitas causas possíveis e a gravidade também é muito variável.

Alguns casos podem se resolver sozinhos, sem maiores problemas e outros precisam de atendimento veterinário, exames e tratamento mais prolongado.

Existe uma grande diferença entre fezes pastosas e diarreia.

Um animal pode evacuar fezes pastosas ou moles, somente 1 ou 2 vezes ao dia e isto não é diarreia.

A diarreia se caracteriza pelo aumento do volume das fezes, diminuição na consistência e/ou presença de líquido e aumento da freqüência das evacuações.

Frequentemente, o cheiro das fezes também é diferente, mais fétidas que o normal e o animal pode apresentar sinais de dificuldade para evacuar (tenesmo).

Eles também podem sentir dores abdominais, mas como sabemos, os cães e gatos raramente reclamam ou choram de dor. Eles ficam quietos e muitas vezes assumem uma postura “enroladinha”, alongam o corpo de vez em quando ou ficam inquietos, andando de um lado para o outro.

Muitas vezes, o animal também apresenta vômitos, que é o ato de expelir o conteúdo do estômago, pela boca.

Os cães não têm dificuldade para vomitar, como nós humanos. Além da posição quadrúpede facilitar o movimento (o alimento não precisa subir do estomago para a boca), faz parte do comportamento ancestral canino, regurgitar o alimento que foi caçado para seus filhotes.

Quando o animal apresenta vômitos e diarreia, ele pode estar com um quadro de gastroenterite.

As causas de uma gastroenterite podem ser muito variadas.

As mais simples podem ser causadas por hábitos alimentares inadequados, como comer muita quantidade, comer rápido demais, comer itens não digeríveis, mudanças na dieta, comer lixo ou comida estragada, por exemplo.

As causas mais graves podem ser: infecções, viroses, parasitos (vermes), intoxicações, envenenamentos, diabetes, pancreatite, doença renal ou hepática e até câncer, entre outras.

Quando a causa é simples, os animais costumam se recuperar sozinhos.

Eles parecem ter uma sabedoria (que a nossa gula não permite) e ficam em jejum. Muitas vezes, basta esperar algumas horas, respeitar o jejum e tudo volta ao normal.

Às vezes, precisamos oferecer uma dieta leve, antes de voltar para a ração ou alimentação rotineira.

É fundamental realizar um tratamento e prevenção contra parasitos intestinais nos filhotes e pelo menos de 6/6 meses, nos adultos.

Saiba mais sobre filhotes, clicando aqui.

Mas se este quadro estiver acompanhado de prostração, presença de sangue nas fezes (muitas vezes, o aspecto é parecido com geleia de morango) e/ou muco (parece um catarro nas fezes), é importante levar o animal para atendimento veterinário.

Os vômitos e a diarreia podem levar o animal a um quadro de desidratação e desequilíbrio eletrolítico, especialmente se o animal for filhote ou idoso.

Se o quadro de vômitos for intenso, não adianta tentar medicar por via oral, o animal vomita a medicação, antes mesmo dela fazer efeito.

Nestes casos, é fundamental que o animal seja examinado e medicado por um(a) médico(a) veterinário(a).

Pode ser necessário realizar exames complementares como hemograma, bioquímica, radiografias, ultrassonografia e colonoscopia para definir o diagnóstico e tratamento.

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