crianças e pipoca

Quase toda criança gosta de bicho e elas são as primeiras a insistirem a ter um animal em casa.

As promessas são muitas, mas será que elas vão realmente ajudar a cuidar, é possível contar com elas?

As crianças podem ajudar muito no dia dia dos animais de estimação, mas os adultos precisam saber que a responsabilidade é deles.

Na hora de levar ao veterinário, pagar as despesas, tomar uma decisão difícil e planejar o que fazer na hora de uma viagem, são os adultos que se responsabilizam.

Os animais não são descartáveis! Uma vez na nossa família, a responsabilidade é nossa.

Vale pensar, refletir e negociar bastante.

Se a decisão está tomada e hora de planejar:

se a paixão da família são os cães, que raça escolher? Vocês adoram cachorros, mas ninguém tem tempo para nada, será que não é melhor ter um gato?

Existem raças mais calmas (golden retriever, west highland white terrier, setter, labrador, poodle, bichon frisé, airedale, shih tzu, boxer, collie, pug, spitz alemão, whipet), mas não temos nenhuma garantia que animal escolhido será tolerante.

Precisamos ensinar as crianças que os animais não são brinquedos e não estão a disposição delas o tempo todo.

É fundamental respeitar os limites dos animais e deixá-los dormir, descansar e evitar que sejam puxados e apertados o tempo todo.

Existem indivíduos de diferentes temperamentos, independente da raça. É possível ensinar ao animal a ser mais paciente e associar a presença da criança a sensações prazerosas. Quanto mais cedo ele tiver contato com crianças, melhor! Pergunte a pessoa que vai te doar ou vender o animal se ele esta habituado ao contato com diferentes pessoas, barulhos e situações.

Os filhotes devem ser sociabilizados a partir de 3 semanas de vida! Faz toda diferença na forma com que eles vão lidar com os desafios da vida.

Eu sou fã dos vira-latas (tanto cães como gatos) e acredito que a escolha do filhote é até mais importante que a raça. Observe a ninhada e prefira o animal mais calmo e tranquilo,  não  muito agitado, mas que esteja saudável, claro.

A convivência com os animais de estimação é muito benéfica para as crianças. Elas aprendem muito a respeito da vida e do outro:

  • Responsabilidade – dentro das possibilidades de cada criança e da idade, ela podem ser responsáveis por alimentar o animal, escovar os pelos, lembrar de dar o remédio, entre outras atividades. Assim elas aprendem a cuidar da saúde de outro ser e de si próprios
  • Comunicação – como os animais se comunicam através de sinais corporais, elas aprendem a perceber se o cão ou o gato está triste, feliz, animado, agressivo e também entendem que os animais são capazes de identificar o humor delas, de longe. Não precisa nem conversar
  • Empatia – se não houver respeito entre o animal e a criança, a relação não se desenvolve bem. Se a criança quiser brincar e o animal não quiser, ela terá que lidar com esta frustração
  • Confiança – os animais não julgam nossas atitudes, nem a nossa aparência, o seu animal gosta de você do jeito que você é! Nada melhor para fortalecer a autoestima
  • Ciclo da vida – como a expectativa de vida deles é bem menor que a nossa (cerca de 13 anos), acompanhamos a infância, a vida adulta e a velhice dos nossos animais. A dor da perda é enorme, mas ajuda a compreender que a vida é finita.

Para a relação com o animal ser tranquila e positiva, é fundamental estabelecermos regras e a família toda precisa cumprí-las.

Um exemplo: se a regra da casa é que o animal não pode subir na cama, ninguém pode deixar! É comum o filhote fofo e cheiroso poder TUDO, mas assim que cresce e vai passear na rua, não deixam mais nada. Assim ele fica confuso!! O animal não tem como entender porque um dia ele pode e outro não…

Precisamos ser consistentes e firmes, assim como a mãe gata ou cadela corrige seus filhotes. Nada de muita falação e gritos, assim, eles não entendem nada.

A relação de crianças com animais é linda e riquíssima, mas a responsabilidade também é enorme!

Pense com carinho.

 

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logo irsea

Mês passado tive a fantástica oportunidade de fazer um estágio no IRSEA, no sul da França.

Este Instituto privado se dedica ao estudo do comportamento dos animais e do ser humano e suas interações, especialmente no que diz respeito à comunicação química.

O principal objetivo é estudar e compreender os mecanismos responsáveis pela comunicação, mas também desenvolver métodos que permitam uma melhora no bem estar dos animais.

Semioquímica é o estudo da comunicação química, o modo de transmissão de informações mais antigo e mais amplamente difundido entre os seres vivos.

Etologia é o estudo do comportamento natural dos animais e a etologia aplicada é o tratamento comportamental, o atendimento e suas recomendações para solucionar os problemas.

O IRSEA foi criado a partir de uma ideia: interagir com o mundo dos seres vivos utilizando seus códigos, em vez de tentar usá-los para satisfazer as exigências humanas.

Esta ideia nasceu do desafio que a clínica veterinária comportamental experimenta todos os dias, em todo os lugares do mundo: melhorar e solucionar dificuldade das famílias com animais de estimação.

Durante muito tempo, o homem respondeu a essas situações conflitantes buscando forçar o animal a modificar seu comportamento, por meio de cirurgias, drogas psicotrópicas e métodos de treinamento coercitivos, que muitas vezes não resolviam o problema e levavam ao abandono ou à eutanásia dos cães e gatos.

A etotologia e a semioquímica surigiram como opções promissoras na compreensão dos animais e de possíveis meios para tratá-los.

Compreender o processo adaptativo que leva o animal a se comportar de uma maneira eficaz para lidar com o ambiente que o homem lhe oferece (nossas casas, nossa rotina) é uma estratégia possível e muito interessante.

 A partir daí, a perspectiva mudou, o animal que se comporta mal não está agindo contra o desejo do homem, mas respondendo a um dado contexto com as estratégias que sua espécie permite e de acordo com suas possibilidades individuais.

Complicado?
Eu exemplifico:
Um cachorro que está roendo os móveis de uma casa, não está querendo chatear ou se vingar de sua família humana que o deixou sozinho. Ele encontrou uma maneira de lidar com o tédio e a solidão através de um comportamento natural (e necessário) dos cães: roer!
Como ele não tinha (ou não se interessava) um brinquedo ou um osso disponível, encontrou a quina do móvel como alternativa.
A possibilidade individual se aplica quando pensamos nas experiências que aquele animal viveu. Por exemplo, se ele tem muito medo de barulhos estranhos (provavelmente porque não foi apresentado a eles quando filhotinho) e do lado de fora desta casa está acontecendo uma obra muito barulhenta, ele pode sentir muito medo e apresentar sintomas de pânico, como evacuar, babar, tremer e até tentar fugir raspando a porta de casa.
No IRSEA, existem diversos departamentos de pesquisa com engenheiros, químicos, biólogos, estatísticos e veterinários.
As pesquisas diretamente envolvidas com cães e gatos (cavalos, porcos, coelhos, e bovinos também) trabalham na identificação dos sinais químicos emitidos naturalmente pelos animais e na concepção de seus análogos, isto é, criar compostos químicos capazes de reproduzir os efeitos naturais.
Estes análogos se transformam em produtos industrializados e disponíveis no mercado para serem utilizados como novas formas de se comunicar com outras espécies. Já temos alguns destes produtos disponíveis no Brasil. Além dos estudos semioquímicos, também são realizadas pesquisas no campo celular, com o objetivo de conhecer melhor e tratar diversas patologias do trato olfativo, osteoarticulares, referentes ao envelhecimento cerebral e também no controle de parasitos.

Vocês sabiam que o peixe salmão pode ter uma espécie de piolho?

Que as aves podem ter sarna? Estes estudos visam encontrar alternativas de tratamento mais eficazes e seguras.

O Instituto também trabalha com espécies selvagens em vias de extinção, para melhorar suas condições de vida em zoológicos introduzindo enriquecimentos sensoriais (odores e sons) e estímulos mentais.

Eles também oferecem cursos, estágios e muitos dos seus pesquisadores estão fazendo mestrado e doutorado por lá.

A clínica de atendimento comportamental possui uma estrutura preparada para tratar de cães, gatos, animais silvetsres e cavalos em ambientes separados e além de realizar consultas, oferece programas de prevenção e educação de filhotes.

Foi uma experiência incrível! Muito aprendizado e contato com pessoas muito generosas e dispostas a ajudar os animais a serem mais felizes!

eu no irsea

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encontro galera 280218

Conversamos sobre adoção de animais com necessidades especiais

Clique e Assista aqui

Minhas particpações estão nos blocos:

Bloco 6 – como os animais lidam com as necessidades especiais

Bloco 7 – perfil de familias adotantes, a dor da perda de um animal querido

Bloco 8 – Livros “Latido de Sabedoria” e “Miados de Sabedoria”, a venda nas lojas Imaginarium, em todo Brasil e online (clique aqui)

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cão e gato

Na minha rotina clínica de comportamento de cães e gatos, atendo muitas famílias com queixas que na verdade não são realmente problemas comportamentais.

É fundamental conhecer o comportamento natural das espécies e atender suas necessidades básicas.

Um cão que rói tudo, na verdade está exibindo um comportamento natural da espécie canina – cães precisam roer!

Mas para ele não roer todos os móveis da casa, precisamos oferecer brinquedos adequados e que ele goste…os animais também têm preferências, assim como nós!

Nem sempre o brinquedo da moda é aquele que a criança mais gosta, não é verdade?!

Outra queixa comum é a arranhadura, uma necessidade natural e básica dos gatos.

Os gatos arranham para deixar marcas olfativas e visuais para eles mesmos e para outros gatos. Eles depositam feromônios (substâncias químicas que promovem reações específicas em indivíduos da mesma espécie) através da arranhadura (existem glândulas na região das patinhas, bochechas e lateral do corpo) e também se esfregando em pessoas e objetos.

Alguns feromônios significam medo, segurança, tranquilidade.

As arranhaduras nos sofás não são somente uma forma de “tratar das unhas”, são marcação de território! É como se eles deixasse bilhetinhos com informações importantes espalhadas pela casa.

Precisamos oferecer arranhadores adequados (nem sempre é aquele que compramos!) e posicioná-los em locais estratégicos da casa. Não adianta colocar o arranhador na area de serviço, por exemplo…eles devem ficar próximos a entrada da casa, ao local de alimentação, nas passagens (corredor, por exemplo) e ao local de descanso favorito do gato.

Quando conseguimos suprir as necessidades básicas dos nossos animais de estimação, eles tendem a ser mais felizes e a convivência conosco também é muito mais harmônica!

Cães:

. Brincar

. Roer

. Passear (cães são animais sociais, eles precisam interagir com outros cães, mesmo se vivem num ambiente espaçoso)

. Água fresca à disposição

. Pelo menos duas refeições por dia – de preferência de forma ativa, como oferecer brinquedos recheados com alimento, procurar alimento pela casa, dar aos pouquinhos enquanto exercita e desafia seu cão a conseguir executar tarefas e/ou dificuldades

. Regras claras! Pode ou não pode subir no sofá?

. Cuidados veterinários

. Muito amor e carinho! Esta é a parte mais facil!

Gatos:

. Acesso garantido e um banheiro (bandeja sanitária) sempre limpo

. Várias pequenas refeições por dia

. Local de descanso sossegado

. Água muito limpa e fresca à disposição

. Locais altos para garantir um posto de observação inacessível

. Brincadeiras, de preferência as que imitam a caça

. Escovação frequente – para ajudar a limpar a pelagem

. Cuidados veterinários

. Muito amor e carinho…

Antes de interpretar alguns comportamentos inadequados do(s) seu(s) animal(is), pense bem se ele está com a qualidade de vida satisfatória, recebendo tudo que precisa.

Se você ainda não tem um animal de estimação, pense e reflita antes de decidir ter…você é capaz de oferecer estes itens básicos para seu futuro amor peludo?

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blush 2018

Eu e Isabella Saes estamos de volta nas ondas do rádio!

Toda quarta-feira, no programa “Hora do Blush” das 17h as 19h, vanos conversar sobre cães e gatos!

O programa também é transmitido pela internet, para ouvir basta clicar aqui.

Durante os intervalos, responderei perguntas através da “live” no facebook  e instagram

Espero vocês!

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encontro 211217

No dia 21/12/2017, conversamos sobre animais para adoção, medo de fogos e conhecemos a linda história do cão Artur.

Clique aqui para assistir o bloco sobre adoção

Clique aqui para assistir a parte dos fogos

Clique aqui para assistir a matéria sobre um cão que trabalha num crematório para ajudar a confortar as famílias enlutadas

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cat-dog-fireworks

Este ano eu gravei uma entrevista para o Dr. Alexandre Figeuiredo do Blog, Dicas Boas pra Cachorro, sobre como ajudar os animais que sofrem com os barulhos de fogos.

Confira o vídeo:

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adestramento positivo

Na minha experiência como veterinária há mais de 20 anos, posso afirmar que a família brasileira não tem o hábito de adestrar seus cães.

Acredito que isto ocorra por uma mistura de motivos:

  • más experiências com adestradores, muitas vezes truculentas
  • falta de hábito, não víamos nossos avós adestrar os cães
  • preconceito em acreditar que um cão adestrado vira um robô, sem personalidade própria
  • falta de planejamento – começar cedo, assim que o filhote chega é a melhor opção
  • cães que quase não saem de casa – não são expostos a situações novas, desafiadoras
  • falta de respeito com as pessoas que têm medo de cães
  • pouca ou nenhuma fiscalização/responsabilidade – cães sem coleira e guia passeando na rua, animais invadindo os quintais dos vizinhos, pulando muros etc

Está na hora desta situação mudar!

Cães que aprendem a se comportar podem nos acompanhar em parques, programas em família, festas, viagens, ter acesso a casa toda, conviver com a família e visitas além de ser um aprendizado muito divertido para os cães e para os humanos!

Mas…como adestrar?

Existem muitas técnicas, algumas melhores outras piores.

Felizmente, a ciência já provou que os cães não precisam e não devem ser punidos para aprender.

Quando falamos sobre punição, normalmente nos referimos a punição positiva.

Punição positiva é um conceito técnico que significa adicionar alguma ação que faça o comportamento do cão diminuir, como enforcadores, trancos na coleira, “cutucadas”, gritos ou até mesmo obrigar o cachorro a ficar de barriga para cima (conhecido como “alpha roll“).

Este tipo de punição é extremamente desagradável/dolorosa para o cão e desnecessária para o processo de aprendizado.

O risco do cachorro desenvolver medo, ansiedade, agressão e viver numa situação de estresse é muito alto.

Também é bastante comum o cão associar a punição ao seu dono/tutor e passar a ter medo dele.

Os estudos provam que os métodos que usam premios, carinhos e brincadeiras são eficazes e muito melhores para o bem estar dos animais.

O objetivo é ensinar o cão sem puní-lo!

A força do hábito costuma prevalecer e mesmo sem perceber as pessoas perdem a calma.

Gritar, puxar, usar coleiras enforcadoras (gostaria de não falar em bater, mas infelizmente a nossa realidade é esta) e perder a cabeça não ajuda ninguém a aprender nada – só aumenta o nível de estresse de todos os envolvidos.

Numa situação difícil quando o cachorro está latindo e pulando, gente gritando, o melhor a fazer é manter a calma.

Gritar mais só piora a situação. Respire fundo, tente agir com tranquilidade.

Não vai ser num clima de loucura que seu cão vai aprender a sentar para receber uma visita, por exemplo.

Num primeiro momento, os treinamentos precisam acontecer em locais calmos, seguros e conhecidos pelo cão.

Os momentos do treino também precisam ser controlados, não deve haver distrações como pessoas, barulhos e cães desconhecidos interferindo.

O cão deve ser elogiado sempre que se comportar bem.

Podemos falar de forma doce, oferecer um alimento especial, fazer um carinho e/ou oferecer um brinquedo querido.

Usando este método, eles demonstram elevados níveis de obediência e desenvolvem poucos problemas comportamentais.

Depois que o cão já estiver entendendo e atendendo os comandos, é a hora de começar a usá-los em situações mais desafiadoras, como na hora de sair para passear, por exemplo.

O objetivo é o cachorro aprender a controlar a ansiedade, aprender a esperar.

Desta forma ele realmente aprende a se comportar porque vale a pena, por que é bom e não porque está com medo de ser punido.

Existem muitos adestradores profissionais, métodos, livros, programas de TV e canais na internet sobre este assunto.

É importante saber escolher e evitar que nossos amados cães sejam ensinados como antigamente.

Já falei aqui sobre o “Mito da dominância”, os cães não precisam ser submissos aos humanos, nós não somos da mesma espécie! Para saber mais, clique aqui.

Eles nos amam e respeitam, mas não porque se sentem ameaçados e sim porque aprenderam que esta convivência vale a pena.

Este assunto é vasto…prometo voltar a este tema.

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encontro 111017

Dia 11 de outubro, conversamos no Programa sobre como preparar cães para trabalhar como guia de cegos e maus tratos ao animais.

Veja nos links:

Maus -tratos

Guia de cegos

encontro 111017 galera

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petiscos
Os cães adoram ganhar petiscos e nós adoramos dar, não é mesmo?

Mas você sabia que se o seu cão “trabalhar” para ganhar este petisco ele vai ficar mais feliz ainda?

Uma pesquisa da Swedish University of Agricultural Sciences provou que os cachorros ficavam muito mais animados, abanando mais o rabo e mais ativos quando este petisco era oferecido como “pagamento”, quando os cães trabalhavam e mereciam recebê-lo, ao invés de simplesmente ganhar “de graça”.

Todos gostamos de completar uma difícil tarefa e alcançar um objetivo.

Sentimos orgulho e satisfação e uma grande sensação de bem estar.

Os cães também!

Tarefas simples, como sentar, deitar, dar a patinha devem ser executadas antes do seu cão receber um prêmio.

Outra maneira muito fácil e prática de estimular seu cão, é pedir para ele executar alguma tarfea, algum comando antes de alimentá-lo, colocar a coleira para passear, jogar uma bola…desta maneira ele aprende a prestar atenção em você e a controlar a ansiedade – muito comum nos cães!

Mas é importante tomar cuidado com o tipo de petisco oferecido.

Se o seu animal apresenta alguma restrição alimentar (alergias, doença renal, diabetes etc) converse com o/a vet. dele e peça orientação.

Se ele estiver acima do peso também é importante escolher opções com poucas calorias. (Clique aqui para saber mais)

Eu recomendo oferecer pequenos pedaços (mínimos mesmo, do tamanho da unha do seu dedo mindinho) várias vezes ao invés de entregar um pedaço grande, uma vez só.

O cão fica feliz em ser premiado e engole o pedaço em 1 segundo!

Vale mais a pena partir o alimento em pequenos pedaços e se dedicar mais tempo a treiná-lo e agradá-lo do que oferecer um pedaço grande, uma vez só.

Existem muitas opções de petiscos nas petshops, algumas mais naturais outras repletas de corantes!

Os animais têm preferências, assim como nós! Alguns amam os biscoitos crocantes e doces, tipo biscoito de maizena, outros preferem os mais macios e com sabor mais salgado.

Existem várias receitas, fáceis de fazer em casa, fora a opção de oferecer frutas, legumes, entre outras (clique aqui para algumas receitas).

Diversifique, experimente!

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